Só pode morar quem tem dois corações
Um no peito
outro na palma da mão
Um que ama
outro que escreve poemas em forma de canção
Lá,
a poesia é regra
Um que ama
outro que escreve poemas em forma de canção
Lá,
a poesia é regra
Quem a ela não se entrega
não pode morar lá não
O sol brilha constantemente
Quando chove,
são gotas de inspiração
O amor perfeito desabrocha
em todas as estações
No mundo da lua
ninguém se sente sozinho
união e carinho
não andam na contramão
Em cada esquina tem um poeta engatinhando
e outro de bengala na mão
O de bengala ensina
Que vida é plantação
Cada um colhe o que planta
sem exceção
O que engatinha traz a poesia no olhar
E a promessa de uma vida delirante de emoção.
(JOANA TIEMANN)
não pode morar lá não
O sol brilha constantemente
Quando chove,
são gotas de inspiração
O amor perfeito desabrocha
em todas as estações
No mundo da lua
ninguém se sente sozinho
união e carinho
não andam na contramão
Em cada esquina tem um poeta engatinhando
e outro de bengala na mão
O de bengala ensina
Que vida é plantação
Cada um colhe o que planta
sem exceção
O que engatinha traz a poesia no olhar
E a promessa de uma vida delirante de emoção.
(JOANA TIEMANN)

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