Uma menina dócil
Em um mundo de amarguras
Olhar de menina travessa
Alma de mulher madura
Na boca
As palavras eram poucas
Brotavam do seu olhar
Toda a vez que alguém vinha lhe falar
Gostava das coisas simples
De correr pelo campo
Sentir o vento no rosto
O gosto doce de ser livre
Nas manhãs orvalhadas
Saciava sua sede de vida
Foi sempre ela, a escolhida
A acordar sonhos
A dividir alegria
A plantar sorrisos
A soprar poesia
( O tempo passou, mas em seu coração nada mudou)
Todos os dias
Amor, felicidade e fé
A esperança da eternidade na ponta dos dedos dos pés.
(JOANA TIEMANN)
Saturday, August 4, 2012
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