Era sentada na areia que ela olhava a imensidão do mar
Gostava de perder-se naquele azul vida
Ondas quebravam no rochedo lúbrico e gélido
Espumavam memórias perdidas
Memórias de uma tarde de verão
Na calmaria daquele momento
Reinava a certeza do querer ficar
De eternizar sonhos
Mergulhar no infinito
O sol sobrevoava o horizonte
Espalhava com sua tinta
Gotas famintas
Cegava o olhar
Cúmplice, o entardecer
Chegava fazendo travessuras
Com sua face rubro rosa
Soprava frescura
Esperava (com olhos de ternura)
O último mergulho do astro rei
(JOANA TIEMANN)
Tuesday, September 27, 2011
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