Nada tenho além de um coração
Ás vezes de pedra, outras vezes de algodão
Que bate na velocidade
Do meu querer
Nada tenho além de um querer
Ás vezes de ter, outras de ser
Que sente na frequência
Do que meus olhos vêem
Nada tenho além do que vejo
Ás vezes desprendimento, outras vezes desejos
Que anseia na sede
Do que minha alma almeja
Nada tenho além de uma alma
Do desespero a calma
Nada além de um coração
Da descrença a oração
Nada tenho, nada sou
Se minha alma partir
Se meu coração parar de bater
Se eu não deixar minha palavra
Do que valeu a pena viver?
(JOANA TIEMANN)
Friday, August 5, 2011
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